Automações
O repetitivo, feito sozinho
Você escolhe o que precisa acontecer para começar e quais passos seguem. Monta-se arrastando caixas e unindo-as com uma linha, sem escrever uma única linha de código.

Automações
O que muda
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Começa com algo que já acontece
Uma mensagem nova, um formulário enviado, uma ficha que muda de etapa, uma data que chega, uma ligação perdida. Não é preciso inventar um evento: são os que acontecem todos os dias no seu negócio.
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Os passos fazem coisas de verdade
Enviar uma mensagem ou um modelo, mover uma ficha, atribuir a conversa a alguém, colocar uma etiqueta, esperar dois dias, ou perguntar algo e seguir por um caminho diferente conforme a resposta.
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Vê-se o que rodou e o que falhou
Cada execução fica registrada com os seus passos, e se algo falha vê-se exatamente em qual e por quê. Uma automação que trabalha às cegas é uma que ninguém tem coragem de ligar.
O que costumam perguntar
É preciso saber programar?
Não. Arrasta-se um gatilho para a tela, engancham-se passos e testa-se antes de ligar. Se algo não ficar claro, a execução de teste mostra o que teria feito sem enviar nada a ninguém.
E se o cliente responder no meio de uma sequência?
Você pode fazer a automação parar ali e passar a conversa para uma pessoa. É a regra mais importante de todas: nada pior do que seguir mandando mensagens automáticas para quem já respondeu.
Posso pausar sem apagar?
Sim, liga e desliga com um botão, e o que já estava rodando não se perde. É o que convém fazer em alta temporada ou quando você muda uma mensagem.